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LIÇÃO 3ª - AS PRAGAS DIVINAS E AS PROPOSTAS ARDILOSAS DE FARÁO




  ESTE COMENTÁRIO FOI ESCRITO PELO NOSSO PROFESSOR DA CLASSE DAS SENHORAS O IRMÃO CARLOS ANTONIO.                                                                      



As Pragas Divinas E As Propostas Ardilosas De Faraó
                                                                                        
                                                                                                   Texto Áureo

" Revesti-vos de toda armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo" ( Ef 6: 11 ).




Introdução:

 O livro de Êxodo revela o poder de Deus para redimir o seu povo e julgar o pecado. os milagres e juízos operados por Deus na terra do Egito continuaram sendo lembrados por muitos judeus piedosos mesmo depois de tantos séculos depois, é verdade que muitos logo se esqueceram e até mesmo foram rebeldes, mas aqueles que permaneceram fiéis a Deus, jamais se esqueceram do que ele fez na terra de cão ( Sl 106: 21,22 ). O povo israelita clamava por libertação, seus gemidos chegaram até Deus, e Deus " lembrou-se do pacto que fez com Abraão, com Isaque e com Jacó" ( Êx 2:24 ). Apartir daí o próprio Deus interveria de forma pessoal na história de Israel para libertá-los. Dois irmãos foram escolhidos para serem porta-vozes de Deus, Moisés e Arão. Deus ia falar com Moisés, mas seu irmão Arão seria seu profeta diante de faraó (Êx: 7:1 ). A libertação do povo de Deus não seria secretamente, mas por meio de sinais e maravilhas visíveis a todos ( Êx 7:3 ) e também com grandes manifestações de julgamento ( Êx 7:4 ). Deus disse "... eu porei a minha mão sobre o Egito," uma clara alusão às pragas. Tudo aquilo seria feito para que soubessem os egípcios que Deus é o Senhor ( Êx: 7:5 ).

A praga é uma arma que Deus usa para os injustos e inimigos de seu povo, diz o profeta " adiante dele vai a peste, e a pestilência segue os seus passos" ( Hc 3:5 ARA ). Os egípcios adoravam muitos deuses, representados de várias formas: como figura humana ( Antropomorfismo), sob a figura de animal ( Zoomorfismo), com corpo humano e cabeça de animal ( Antropozoomorfismo). Os principais deuses eram: Ámon-Rá, Osíris, ísis, hórus, Ptah, Thot, Anúbis, etc. O povo considerava o próprio faraó como também um deus. O coração duro e incrédulo de faraó fez com que fosse necessário Deus enviar o juízo das pragas, segundo o livro de Êxodo Deus enviou dez pragas sobre o Egito: 1) Águas transformadas em sangue, 2) Rãs, 3)Piolhos, 4) Moscas, 5) Peste nos animais 6) Úlceras 7) Chuva de Pedras, 8) Gafanhotos, 9) Trevas e a 10ª que foi a Morte dos Primogênitos. Durante alguns momentos o faraó tentou com suas astúcias enganar os servos de Deus enviados, esquecendo ele que eles estavam sob a direção de Deus. É inútil tentar impedir os planos de Deus.

Conclusão: O faraó cedeu, e o povo de Deus saiu do Egito com grande milagre operado pelo braço forte do Todo-poderoso Deus. Amém.


LIÇÃO 2ª- UM LIBERTADOR PARA ISRAEL



ESTE COMENTÁRIO FOI ESCRITO PELO NOSSO PROFESSOR DA CLASSE DOS SENHORES O IRMÃO AUGUSTO DA ESCOLA DE PEREIRA CARNEIRO 1, QUE NÃO QUIS MOSTRA A SUA FOTO PARA NÃO ASUSTAR OS LEITORES. ( ISSO É BRINCADEIRA)



 LIÇÃO 2ª – UM LIBERTADOR PARA ISRAEL


Texto Áureo: ‘’E disse Deus a Moisés: EU SOU o QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós” (Êx 3.14).

INTRODUÇÃO

-A CHAMADA DE MOISÉS

Oque a palavra chamada quer dizer? Quer dizer invocar alguém pelo seu nome para que se aproxime. E foi isso que Deus fez com Moisés porque conhecia seu coração e sabia o desejo que ele tinha em ver o seu povo liberto. E assim é com nossas vidas, Deus tem um mistério certo para a pessoa certa, e assim Ele se revela e age segundo o caráter de cada um, por isso Ele se revelou a Moisés no meio do Fogo.

Aquele que é chamado não pode impor condições, mas deve sentir-se privilegiado em ser chamado e deve honrar a sua chamada. Não fazendo como fez Jeroboão, que sendo tirado do serviço pesado da casa do rei e tendo sido chamado por Deus para o trono para ser rei de Israel, (‘’E o homem Jeroboão era varão valente; e, vendo Salomão a este jovem, que era laborioso, o pôs sobre todo o cargo na casa de José. Sucedeu, pois, naquele tempo, que saindo Jeroboão de Jerusalém, encontrou o profeta Aías, o silonita, no caminho, e ele se tinha vestido de roupas novas e estavam sós no campo. E Aías pegou a roupa nova que tinha sobre si, e rasgou em doze pedaços. E disse a Jeroboão: Toma pra ti dez pedaços, por que assim diz o Senhor Deus de Israel: Eis que rasgarei o reino de Salomão e darei a ti as dez tribos.” I Rs 11.28-31) Mas Jeroboão não honrou a chamada e seguiu a idolatria fazendo o povo de Israel Pecar. (I Rs 12.26-33)

Mas devemos tomar como exemplo o profeta Elizeu que quando foi chamado, matou a junta de boi que lhe pertencia, cozinhou a carne, e distribuiu com o povo de Israel, e foi embora deixando tudo que tinha, para assim fazer a vontade de Deus. (“Partiu Elias e achou Elizeu que andava lavrando doze juntas de bois adiante dele. Elias passou por ele e lançou sua capa sobre ele. Então Elizeu deixou os bois e disse a Elias: Deixa-me beijar meu pai, e minha mãe e depois te seguirei. E Elias respondeu: Vai e Volta. Então voltou Elizeu após ele, e tomou a junta de bois, cozinhou a carne e as deu ao povo, e comeram. Então se levantou e seguiu a Elias.” I Rs 19.19-21)

Moisés ao saber da chamada para ser libertador do povo de Israel que estava no Egito, viu a sua condição de homem débil que era. Então disse a Deus que não era eloquente e não sabia falar. (‘’Então disse Moisés ao Senhor: Ah, Senhor meu”! Eu não sou homem eloquente, nem de ontem, e nem de anteontem, e sou pesado em línguas e não sei falar.” Êx 4.10) A mesma resposta que deu Jeremias a Deus, quando foi chamado (‘’Então disse: Ah Senhor meu! Eis que não sei falar porque sou uma criança.” Jr 1.6).

Moisés tinha que ir para o deserto, por que era preciso esquecer a ciência do Egito para conhecer melhor a Deus. Deus manifesta sua glória na vida daqueles que são considerados loucos para confundir os que são sábios. ‘’Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias, e escolheu as coisas fracas para confundir as fortes. E Deus escolheu as coisas vis e desprezíveis para aniquilar as que são.’’ (I Co 1.27-28)

 
Deus não está procurando pessoas que estão de um lado pro outro, achando que sabem tudo e que podem fazer tudo. Mas Deus está procurando homens compromissados com sua palavra e que sejam incapacitados, para que assim ele possa capacitar para completar o chamado de suas vidas. Amém.

Feito por José Augusto



LIÇÃO 1ª - O LIVRO DE ÊXODO E O CATIVEIRO DE ISRAEL NO EGITO


ESTE COMENTÁRIO FOI ESCRITO PELO NOSSO PROFESSOR DA CLASSE DOS SENHORES O IRMÃO FLÁVIO JOSÉ.


INTRODUÇÃO


A escolha de Israel como povo-servo já estava explícita nas declarações do conserto patriarcal, mas foi somente com a libertação ocasionada pelo Êxodo que a nação como tal entrou em existência histórica. O êxodo é de extrema importância teológica como ato de Deus que destaca um momento decisivo na história de Israel, um evento que marca a transição de povo para nação. Mas transcendente isso em significação, pois, corretamente compreendido, o êxodo também é precisamente o evento e o momento que coincide com a expressão histórica da eleição por Deus. A escolha de Israel como povo especial do Senhor não aconteceu no monte Sinai, mas na terra de Gósen. O êxodo foi o evento eletivo; o Sinai foi a formalização do concerto. Vemos que esta é a intenção da estrutura canônica na leitura compenetrada e cuidadosa dos primeiros capítulos de Êxodo que estão repletos de alusões a esta ordem de eventos. Temos de admitir que até a libertação ocorrida no mar Vermelho, o povo hebreu era visto como herdeiro das promessas do concerto patriarcal, mas a eleição à servidão como evento histórico e até teológico só tomou forma decisiva no próprio ato redentor.


Como o povo só com a referência de seus antepassados, Abraão, Isaque e Jacó, permaneceram em oração. Não tinha a referência da lei e dos profetas que transmitissem a Palavra de Deus; ficaram apegados apenas na promessa e se passaram décadas, gerações e mesmo assim o povo permaneceu clamando a Deus. Não há dúvida de que Êxodo 19. 4-6 é o texto mais teologicamente significativo no livro do Êxodo, pois é a chave entre as promessas patriarcais de filiação de Israel e o concerto sinaítico por meio de qual Israel se tornou a nação serva do Senhor. Abrange o evento do êxodo, que marcou a eleição de Israel, e oferece ao povo eleito a oportunidade do papel privilegiado de mediação entre o Deus soberano e todo o reino da criação.


Em Atos dos apóstolos temos no capitulo 7, um resumo do que aconteceu com Moisés no Egito, eu chamo de os três momentos da vida de Moisés. Os seus primeiros quarenta anos foram no Egito, vida de príncipe, no segundo um exílio no deserto e o terceiro um libertador, líder e profeta. Ele tinha conhecimento da sua chamada, sabia do livramento de Deus na sua vida, foi ensinado pela sua mãe acerca de Deus, da sua palavra, do seu povo, do pecado, das promessas divinas e da fé no Criador e isso com certeza no coração do profeta.  A filha de faraó teve um papel muito importante na vida do profeta, ela introduz Moisés na corte egípcia. A providência de Deus é claramente vista no retrospecto desses eventos, pela escolha de Moisés para liderar os israelitas e ser a própria voz do Todo-poderoso diante de faraó. Devido à sua formação, ele conhecia as formalidades da corte e tinha um acesso ao rei que provavelmente era negado à maioria dos escravos hebreus.



Êxodo foi escrito para que tivéssemos um registro permanente dos atos históricos e redentores de Deus, pelos quais foi liberto do Egito e organizado como a sua nação escolhida. Pelos mesmos atos divinos, Israel também recebeu a revelação escrita, do conserto entre Deus e aquela nação. Também foi escrito como um elo extremamente importante da auto revelação geral e progressiva de Deus, que culminou na pessoa de Jesus Cristo e no N.T. A prefiguração da redenção que temos no novo pacto, é evidente em todo livro de Êxodo. A primeira Páscoa, a travessia do mar vermelho e a outorga a lei no monte Sinai são, para o velho concerto, aquilo que a vida, morte e ressurreição de Jesus, e o outorga do Espírito Santo no pentecostes, são para o novo concerto. Espero poder contribuir edificando vidas com este comentário, que Deus continue a abençoar o seu povo.

LIÇÃO 13ª - TEMA A DEUS EM TODO O TEMPO

ESTE COMENTÁRIO  FOI ESCRITO POR LUCAS VIEIRA, PROFESSOR DA CLASSE DOS ADOLESCENTES.



Tema a Deus em todo tempo

   ‘’De tudo que se tem ouvido, o fim é: teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo o homem. ’’ (Ec 12. 13). Salomão termina o livro de Eclesiastes respondendo uma pergunta a qual muitos filósofos passaram a vida toda para responder, qual o sentido da vida? Por qual motivo existimos?

 ‘‘Lembra-te do teu criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: não tenho neles contentamento ‘’. (Ec 12.1).

 O pregador põe Deus como o centro do universo, o criador, tudo gira em torno dEle, tudo é para Ele, Ele é o motivo da nossa existência e esse é a principal condição que devemos aceitar,  a de que dependemos exclusivamente do nosso Pai. Ao aceitarmos essa condição passamos a compreender a vida como algo temporário e que todas as coisas vindas de nós mesmos são passageiras. Devemos nos colocar na posição de criatura (criatura (lat creatura) todo ser criado), e ver Deus acima de tudo como o criador (criador (lat criatore) aquele que tira ou tirou do nada). 

No Eclesiastes a vida se divide em dois momentos, a juventude que é o momento de maior vigor, o qual deve ser aproveitado intensamente e a velhice que é o momento de maior maturidade que adquirimos por meio das nossas experiências (Jó 12.12). Salomão não despreza os investimentos nos estudos (Pv 1.7) e o tempo que  passamos no lazer, mas, defende a ideia de que devemos passar o nosso tempo fazendo coisas uteis, tendo a adoração e  obediência a Deus acima de tudo.

‘‘E o pó volte a terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu’’ (Ec 12.7).  É grande a importância do tempo que passamos na terra, pois é a forma que o administramos que irá determinar o nosso futuro, para onde iremos, o que receberemos. E é essa a preocupação de Salomão, ele afirma que virá dias ruins e o tempo perdido não voltará. A vida é o único momento que temos para buscar o reino dos céus, após a morte o homem nada poderá fazer, apenas irá mostrar a Deus as suas obras, pois o Senhor prestará conta de todas.

 São grandes e avassaladoras as consequências das condições a que somos expostos durante todo o período de vida de um ser humano e mesmo com todo esse bombardeio de doenças, raios solares, violências físicas, fome e outros problemas que somos expostos, existe uma parte de nós que não é atingida se estivermos em paz com Deus, o nosso espírito, mas quando perdemos o contato com o Senhor ou estamos fracos e nos apegamos com coisas materiais colocando nossa confiança nelas, pecamos, e quando não nos arrependemos não procurando a reconciliação o nosso espírito  enfraquece e o temor do Senhor some de nossa vida, mas para que isso não ocorra é necessário  humilhação e quebrantamento aos pés de quem entregou a própria vida por amor de nós pecadores (Jo 3.16), para que nos momentos de tentação e tribulações a mão do Criador esteja sobre nós, pois as dificuldades também são para glória de Deus (Fp 1.13,14) e (Jo 9.2,3).

   Somos conscientes de que ninguém pode escapar dos efeitos do tempo em nosso corpo e na nossa vida, e isso é inevitável, mas é através do tempo que coisas boas e ruins ocorrem e dependerá de nós aproveitarmos os bons momentos e nos maus, procurarmos a intimidade com Deus.
 
  


LIÇÃO BÍBLICA DE 2014


Lições Bíblicas Aluno<br> Jovens e Adultos - 1º trim-2014 <br>Tamanho Grande

Teremos no novo ano uma lição que aguçara o nosso entendimento do antigo testamento, lições que traz temas que edificarão a muitos, quantos queiram cer edificados com estas bençãos da palavra de Deus.


SUMÁRIO

1- O livro de Êxodo e o cativeiro de Israel no Egito (FLÁVIO)

2- Um libertador para Israel (AUGUSTO)

3- As pragas divinas propostas ardilosas de Faraó (CARLOS)

4- A celebração da primeira páscoa (GILVAN)

5- A travessia do Mar Vermelho (FLÁVIO)

6- A peregrinação de Israel no deserto até o Sinai (LUCAS)

7- Os dez mandamentos do Senhor (CHARLENE)

8- Moisés - sua liderança e seus auxiliares (CARLOS)

9- Um lugar de adoração a Deus no deserto (CONVIDADO)

10- As leis civis entregues por Moisés aos Israelitas (GILVAN)

11- Deus escolhe Arão e seus filhos para o sacerdócio (FLÁVIO)

12- A consagração dos sacerdotes (CONVIDADO)

13- O legado de Moisés (JOSEFA)






LIÇÃO 12ª - LANÇA O TEU PÃO SOBRE AS ÁGUAS



ESTE COMENTÁRIO FOI ESCRITO PELO AUXILIAR OFICIAL E PROFESSOR DE ESCOLA DOMINICAL EM LOTEAMENTO GRANDE RECIFE 1. IRMÃO ANTÔNIO BARBOSA.




LIÇÃO 12 – LANÇA O TEU PÃO SOBRE AS ÁGUAS - 4º TRIMESTRE 2013
(Ec 11.1-10)


Introdução

Quando pensamos ou falamos em lançar  o pão sobre as águas pensamos logo nisto:
 Mas veremos no decorrer desta lição que essa expressão é de difícil interpretação e vai muito além de um simples entendimento, a exemplo disto temos algumas interpretações.

 I - POSSÍVEIS INTERPRETAÇÕES DO SIGNIFICADO DO TEXTO DE ECLESIASTES 11.1

1-vejamos o que alguns teólogos falam sobe o texto citado, observem que Salomão talvez quisesse falar algo alem de um simples pão sobre as águas.

A-      Alguns estudiosos afirmam que esse texto possa se referir à caridade, ou seja, devemos “lançar” o pão para abençoar vidas que precisam dele. Ajudando os outros, a bênção voltaria às nossas vidas mais cedo ou mais tarde como consequência da nossa liberalidade e amor ao próximo.
B
-       Outros estudiosos apresentam a interpretação de que mesmo uma atitude que não parece tão sábia – nesse caso lançar o pão sobre as águas – tem as suas recompensas ou conseqüências em nossa vida. Assim, temos que ter cuidado com nossas atitudes, principalmente aquelas absurdas, pois acharemos os frutos delas.

C-       Outra interpretação diz que a alusão aqui possa ser a respeito do comércio marítimo de trigo. Salomão estaria apresentando essa modalidade de comércio como algo sábio e recompensador, apesar de arriscado. Esse comércio seria o lançar o pão (trigo) sobre as águas e, depois da viagem longa e perigosa por mar, obter o seu lucro. Apesar da demora de muitos dias, o lucro seria achado (recebido), bastando que houvesse tranquilidade para fazer o investimento no tempo certo e a paciência de esperar.

D-       Outros estudiosos do AT declaram que esse versículo é uma alusão a um antigo costume egípcio. AS CHEIAS DO RIO NILO – Os egípcios jogavam as sementes quando a enchente estava baixando, no final da baixa, as sementes do trigo e da cevada, floresciam abundantemente por onde estivesse sementes. “Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados” ( Lm 3.39).

II – INTERPRETAÇÃO LITERAL PARA O TEXTO

Queridos existe uma coisa chamada expressão idiomática para cada idioma, que só é entendido de uma forma mais compreensiva naquele determinado idioma, a exemplo do nosso idioma temos algumas frases como:
- Olha ele deu um tiro no pé(ou seja, o mal virou contra ele mesmo)
- A vaca foi pra o brejo(ou seja, deu tudo errado)


A despeito do Hebraico também temos algumas expressões que são bem entendidas nesse idioma, principalmente quando está atrelada a cultura judaica, por exemplo, quando traduziram o versículo que diz; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlate os tornarei branco como a pura neve.para alguns países da áfrica, nunca tinham visto a neve e na época da tradução bíblica para eles não tinha internet como hoje, uma possível solução encontrada pelos tradutores para essa expressão judaica foi traduzir da seguinte forma; ainda que os vosso pecados sejam com a escarlate os tornarei brancos como a polpa do coco.


-No caso em especial de Ec 11.1
Existe um contexto histórico/cultural envolvendo esse texto conforme (Isaias 32.20). em Israel existe apenas dois períodos de chuvas, são eles: março e abril, e outubro e dezembro, essas épocas eram tão importantes que após a colheita havia a FESTA DAS COLHEITAS, onde comemoravam a colheita do pão. Fora esses meses a terra e muitissimamente seca onde a plantação é totalmente imprópria. para isso as famílias se precaviam, colhia as espigas não de milhos mas de trigo,que posteriormente seria transformado em pão, levavam a eira
EIRA




 tratavam de limpar os graus em 4 etapas, ou seja:
1-     Batiam o trigo colhido.

2-     Os bois passavam o jugo para refinar a colheita, girando sempre em ciclo, os meninos faziam peso sobre o jugo.

3-     pegavam as pás e jogavam pra cima, com a intenção do vento levar a palha e deixar apenas o trigo. Conforme Lucas 3:17 nos fala.

4-     Peneiravam o trigo, no processo de ciranda.



Depois de bem batido e separado a palha do trigo, ofertavam ao senhor a devida parte e do restante tiravam o seu sustento para os meses posteriores.

Aonde entra  o texto?

Acontece que eles não tinham outro sustento ou meio de sobrevivência principal, a não ser o cultivo, logo os grãos de trigo trazidos para suas casas, eram armazenados e todos os dias os judeus comiam ao máximo duas porções desse trigo, o transformando em pão, uma espécie de pizza, sendo que ao passar o tempo essa reserva ia diminuindo a ponto de na maioria das vezes sobrar uma pequena porção no final do verão, acontece que; o pai da família iria decidir se no suposto inverno onde empoçava água a ponto de puderem trabalhar a terra a irrigando, e assim lançar essas sementes de pão, para assim poderem colher depois, ou comeria o restante dos grãos e ficariam com fome o restante do inverno mais o verão, até conseguirem sementes emprestadas para plantarem, o que não era tão fácil. e ai o que acontecia caso lançassem o pão sobre as águas?
  




 

REFERÊNCIAS


 III APLICAÇÃO

A-Aplicando para nossos dias Norman Clamplin nos trás uma linda definição para esse texto, ele diz o seguinte
B- podemos também aplicar esse texto a viúva que Eliseu multiplicou o seu restinho de pão, conforme diz em

Aquela viúva só tinha aquele resto de trigo, com ele ela poderia comer e se tivesse terra plantar, mas optou pela fé em lançar sobre as águas não literalmente mas por fé, oferecendo aquela pequena porção ao homem de Deus, e Deus a recompensou por isso.




Vídeo ilustrativo



 GONÇALVES, José. Prosperidade à Luz da Bíblia. CPAD.
 STAMPS, Donald C. Bíblia de Estudo Pentecostal. CPAD.
 VINE, W. E, et al. Dicionário Vine. CPAD.
 MOODY COMENTARIO BIBLICO. ED. VIDA