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Lição 9ª - Jesus - O Cumprimento Profético do Antigo Pacto

Nessa nona lição estaremos contando com o comentário do nosso professor Flávio.



O irmão Flávio já comentou algumas vezes no nesse blog, veja:


http://ebdpereira1.blogspot.com/2010/07/licao-5-autenticidade-da-profecia.html ["A Autencidade da Profecia]

http://ebdpereira1.blogspot.com/2010/06/licao-10-o-valor-da-temperanca.html ["O valor da Temperança"]


http://ebdpereira1.blogspot.com/2010/03/licao-10-defesa-da-autoridade.html ["A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo"]


http://ebdpereira1.blogspot.com/2010/01/4-licao-gloria-das-duas-aliancas.html  [ A Glória da Duas Alianças"]


http://ebdpereira1.blogspot.com/2010/04/2-licao-os-perigos-do-desvio-espiritual.html ["Os perigos do desvio espiritual"]





Escrito por Flávio José Pereira, professor da classe dos senhores.




Introdução. Bem, nós sabemos que a Bíblia fala muitas coisas como para os judeus e povos de todos os lugares, ensinamentos acerca de Deus. Através dos profetas de Deus e Ele sempre fez questão de se revelar ao homem através do mesmo. Ele também mostrou ao homem os seus planos de resgate através de sua Palavra. Mostrando desde o começo que teria que realizar um sacrifício, através de figura de linguagem podemos ver estes prenúncios.

As prefigurações nos mostram estes acontecimentos, como está escrito no livro de Gênesis (3.21): “E fez o Senhor Deus a Adão e a sua mulher túnicas de peles e os vestiu”, este versículo mostra o primeiro sacrifício de um animal inocente, prefigura o sacrifício de animais para cobri o pecado do homem e depois vemos o sacrifício realizado no Egito por Moises que aponta para o calvário (Êxodo 12.3-13).

Havia uma harmonia entre os profetas que mesmo não se conhecendo e em épocas distintas falaram como se estivessem em uma reunião de negócios. Os profetas Isaias, Jeremias, Zacarias, nos Salmos, em todos encontramos palavra acerca do Sacrifício de Jesus. Vemos quando o profeta Oseias fala do da saída do povo do Egito (Oséias 11.1). Prefigura de uma profecia messiânica. Todas as profecias ditas pelos antigos profetas se concretizaram acerca de Cristo. Pois vemos constantemente citados pelos escritores dos quatro evangelhos, lemos a seguinte expressão: “para que se cumpra a escritura” (João 13.18).

Os sofrimentos de Davi, descritos no Salmo 22. Este salmo prefigura os vitupérios e flagelos de Jesus. Ele foi recitado pelo Senhor na cruz, como prova cabal de que ali se tinha o seu cumprimento. É o clamor de desamparo do servo de Deus; “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste? Por que Te alongas das palavras do Meu bramido e não Me auxilias?”. Foram estas as palavras que o Senhor recitava na cruz, em hebraico, quando o povo entendeu que estivesse a clamar por Elias, já que o povo falava o aramaico (Mateus 27.46,47; Marcos.15:34,35).

Neste salmo, há uma descrição nítida da crucifixão de Jesus; a descrição dos sofrimentos mostra-nos claramente a forma da morte, ou seja, a morte por crucifixão, pois é falado em desconjuntar de ossos (Salmos 22.14), ainda que nenhum deles tenha sido quebrado (Salmos 22.17); em secura da boca que fez com que a língua se prendesse ao paladar (Salmos 22.15), o traspassar dos pés e das mãos (Salmos 22.16).

O salmista, também, fala acerca da repartição dos vestidos entre os seus algozes e o lançamento de sortes sobre a sua túnica (Salmos 22.18). O salmista é bem claro ao afirmar que este sofredor é posto no pó da morte (Salmos 22.15).

O massacre das crianças de Belém. O profeta Jeremias profetizou o seguinte: “Assim diz o Senhor: Uma voz se ouviu em Ramá, lamentação, choro amargo; Raquel chora seus filhos, sem admitir consolação por eles, porque já não existem” (Jeremias 31:15).

Ramá era o local de concentração dos prisioneiros antes da deportação para Babilônia (cf. Jeremias 40.1-3). Raquel era uma das esposas de Jacó e mãe de José e Benjamim. Aqui, ela representa Israel chorando pelos deportados para o exílio. Deus declara que ela não precisa chorar mais, porque o povo voltará (Jeremias 31.16-20).

Mateus aplica esta passagem profeticamente à ocasião do brutal assassinato das crianças da região de Belém por ordem de Herodes, o Grande (Mateus 2.16-18).

Em Isaias: “portanto, o mesmo Senhor vos dará um sinal; eis que uma virgem conceberá, e dará à luz um filho, e será o seu nome Emanuel” (Isaías 7.14)



CONCLUSÃO

Vimos, portanto, que Jesus é o começo e o fim do Antigo Testamento, cujos livros concentram-se no Messias. Ele é o centro das Escrituras Sagradas.

Sendo assim, os 66 livros da Bíblia podem ser resumidos da seguinte forma: Todo o Antigo Testamento trata da preparação do mundo para a vinda de Cristo: os Evangelhos tratam da manifestação de Cristo ao mundo, como o Rei e Redentor; Os Atos dos apóstolos tratam da propagação de Cristo por meio da Igreja. As Epístolas tratam da explanação de Cristo, dando os detalhes da doutrina; O Apocalipse trata do casamento de Cristo e a Igreja e a consumação de todas as coisas. Disse Jesus: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam” (João 5.39).

Lição 8ª - João Batista - O Último Profeta do Antigo Testamento

Nessa oportunidade contamos novamente com um ótimo comentário do nosso irmão Manassés Almeida.



P.S.: O irmão Manassés já comentou outras vezes nesse blog. Confira:





P.S. (2): O irmão Manassés também apresenta diariamente na Rádio Boas Novas das 14:00 às 18:00 horas o programa “Altar de Deus”. [Aqui, entre nós, o programa é bom! Confiram]





Escrito por Manásseis Almeida, professor da classe dos senhores




JOÃO BATISTA – O ÚLTIMO PROFETA DO ANTIGO PACTO



TEXTO ÁUREO: LC 16.16



INTRODUÇÃO: Em lições passadas aprendemos sobre a “origem dos profetas”, falo da formação das escolas proféticas que começaram com Moisés, e logo depois lemos que existiam escolas de profetas, uma delas liderada por Eliseu. Durante todo o Velho Testamento vimos à importância do profeta para a nação hebraica. Nesta lição estudaremos sobre João Batista o último dos profetas que abriu as veredas, preparou o caminho para o Messias.


 
1-A ORIGEM DE JOÃO BATISTA


A vinda de João Batista foi profetizada por Isaías (40.3) e por Malaquias (4.5). O seu nascimento foi anunciado aos seus idosos pais por um anjo do Senhor (Lucas 1.5 a 23). Seu pai Zacarias era sacerdote sua mãe era das filhas de Arão. O seu nascimento também foi anunciado a Maria mãe de Jesus na Anunciação (Lucas 1.36). O nascimento de João trouxe, depois de sua circuncisão, a fala de Zacarias, que a tinha perdido quando o anjo lhe fez saber que haveria de ter um filho (Lucas 1.20,64).


Quanto à infância apenas se sabe que o menino crescia e se fortalecia em espírito. Viveu nos desertos, cresceu vendo todos os dias o monte Nebo, de cujas alturas, Moisés divisara com olhos saudosos a “terra prometida”, e falara do messias também prometido.


Sabendo que seria o Elias profetizado, (Lucas 1.17; Mateus 11.14; Malaquias 4.5) (Não o Elias em pessoa, mas em virtude e ímpeto) de propósito, talvez, copiou o estilo de vida deste profeta. Alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre (Mateus 3.4) [“como o gafanhoto era tido como uma praga em Israel dependendo do tipo do animal, creio que espiritualmente isto queria dizer que as pragas que afligiam o povo de Deus, e todos os seus futuros filhos de todas as nações da terra seria tragada na cruz de Cristo e o mel simboliza a palavra, ou seja, só se vence as “pragas” com a palavra!].


Aqueles, desde os primitivos tempos que se usam como alimento – os gafanhotos - assam-se, ou secam-se ao sol, e se comem como grãos tostados, segundo dizem tem gosto de camarão!!!!!!! Jesus!!!!!!



2-SEU NOME E SEU NASCIMENTO


João significa graça ou favor de Deus, nasceu de pais idosos e sua mãe era estéril daí a incredulidade de Zacarias, que foi castigado por Deus ficando sem voz, até o nascimento e circuncisão do menino. O anjo lhe disse que o menino se chamaria João (Lucas 1.13) Chamava-se batista por batizar nas águas do Jordão seus discípulos.



3-SUA ESTATURA ESPIRITUAL (Lucas 1.15)


A PERSONALIDADE DE JOÃO BATISTA


Antes de falarmos um pouco sobre a personalidade de João, vejamos o contexto histórico em que ele estava inserido.


A época de João Batista, é praticamente a mesma em que viveu Jesus o Cristo.


Israel já não era nação independente. Neste caso particular, a Judéia tornara-se numa província do Império Romano no ano 6 d.C, e Roma impunha as suas leis, embora fosse tolerante a ponto de manter em vigor a legislação dos vários países conquistados enquanto essa não colidisse com a Lei Romana.


Assim, o Sinédrio de Jerusalém, embora continuasse a funcionar como a mais alta representação política, jurídica e religiosa – aspectos que nem sempre é fácil de dissociar nessa cultura – já não tinha a última palavra no aspecto jurídico.


Este fato pode ser apresentado sob dois aspectos bem diferentes: Uns podem dizer que deixou de haver liberdade de religião, pois os sacerdotes deixaram de poder cumprir livremente todas as prescrições da Lei de Moisés. Mas, para o “vulgar israelita”, que era israelita por ter nascido em Israel, por ter sido circuncidado em tenra idade, que estava pressionado por centenas de leis e regulamentos, que inclusive não podia escolher outra religião nem dar mais de uns tantos passos em dia de sábado sem que fosse condenado à morte de acordo com a Velha Lei, talvez a Lei Romana, que tirou ao Sinédrio o direito de aplicar a pena de morte, lhe trouxesse nessa altura, alguma liberdade, inclusive para escolher qualquer outra das religiões que apareceram em Israel devido à liberdade de religião do Império Romano, religiões que, de acordo com a Velha Lei deveriam ser exterminadas de Israel assim como todos os seus praticantes.


Segundo Levítico 24.16 os casos de blasfêmia eram punidos com a pena de morte, mas não se encontra uma definição de blasfêmia, assunto que ficava um tanto ao critério dos membros do Sinédrio.


O Império Romano, sempre que possível, tentava pacificar os territórios conquistados, mantendo os privilégios da classe dominante. “Esse foi também o caso de Israel na época em que João Batista inicia a sua pregação” (texto extraído da internet).


Em termos mais enérgicos João censurou a falsa vida religiosa dos fariseus e saduceus que se aproximavam dele (Mateus 3.7) avisando também a outras classes da sociedade (Lucas 3.7-14). O ministério corajoso de João parece ter alarmado Herodes, o tetrarca da Galiléia, que segundo conta o historiador Flávio Josefo, o considerava demagogo e pessoa perigosa. Como João o tivesse censurado por ter ele casado com Herodias, mulher de seu irmão Filipe, que ainda estava vivo, lançou Herodes o seu censurador numa prisão.




III. JOÃO BATISTA, O ÚLTIMO PROFETA



A importância do ministério de João acha-se claramente indicada nas referências de Jesus e dos apóstolos ao caráter e obra notável do pregador. Depois de responder os mensageiros de João, (Mateus 11.7-11) falou Jesus ás multidões sobre o caráter e missão de João, declarando: “Entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior do que João Batista (Mateus 11.7-11). Mais tarde de um modo preciso, identificou-o com o prometido Elias (Mateus 17.10-13).


Admitindo que João tenha começado seu ministério pouco antes de batizar Jesus, provavelmente no verão de 29 d.C, o mesmo durou cerca de um ano e meio, ou menos. 30 anos de isolamento. Ano e meio, ou menos, de pregação pública. Um ano e quatro meses na prisão. Depois cerrou-se a cortina.


Temos aí então um breve sumário da vida do homem que introduziu em cena o salvador do mundo, e de quem Jesus disse ter sido o maior que qualquer outro. João não operou milagres, mais o maior milagre foi ter penetrado nos corações dos pobres, humildes, desprezados e oprimidos de que o reino de Deus estava próximo e que o messias esperado e profetizado estaria entre eles.


Não teve medo de enfrentar as autoridades e expor-lhes toda a verdade, o que custou sua vida, mas de fato foi o pregoeiro da verdade, PRECISAMOS URGENTEMENTE DE JOÃOS, SEJAMOS NÓS JOÃOS DE DEUS!!!!!!!




BIBLIOGRAFIA:




Dicionário bíblico universal

Manual bíblico H.H. Halley


Bíblia ARC



Lição 7ª - Os falsos profetas

O comentarista dessa sétima lição é o nosso irmão Carlos.



P.S. Quer ver os outros comentários do irmão Carlos para esse blog? Acesse:











Escrito por Carlos Antonio de Souza, professor da classe dos jovens
 
 
Os Falsos Profetas
 
 
Texto Áureo:  
“Quando o tal profeta falar em nome do SENHOR, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o SENHOR não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele” (Deuteronômio 18.22).
 
Mais uma vez, tenho o privilégio de comentar um assunto muito pertinente para todos nós que temos a Bíblia, como a inerrante e infalível palavra de Deus. E quando eu falo da Bíblia falo de uma revelação, de uma profecia, de uma palavra que se encontra em forma escrita para todos nós cristãos do século 21, lembremo-nos de que ela é a nossa principal arma para lutarmos contra os falsos ensinos e heresias dos nossos dias, e porque também não dizer dos falsos profetas que tem se levantado nestes últimos dias. As palavras do apóstolo João são bem incisivas: “Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se tem levantado no mundo.” ( 1 João 4.1).


Desde o começo da criação, Satanás tem procurado destruir, negar ou torcer a palavra de Deus. Quem não se lembra da sua astúcia usando a própria palavra de Deus contra Eva no Éden dizendo “É assim que Deus disse? (Gênesis 3:1). Estabelecida a dúvida, abre-se uma porta larga para a queda de qualquer cristão!


Mas como reconhecer uma verdadeira mensagem profética? Como desmascarar um falso profeta como Hananias, como reconhecer a voz de Deus, já que ele falou muitas vezes e de muitas maneiras (Hebreus 1.1)?


Deus usou os seus profetas através de sonhos, visões, palavras, mas também usou linguagem simbólica, figurada, etc. Com Jeremias, a princípio, usou um jugo de madeira, que simbolizava o domínio e opressão que Judá sofreria na mão dos Babilônios. Definitivamente esta profecia não agradava ninguém, pois não era uma profecia de prosperidade, de saúde e de benção!


Não quero dizer com isto que Deus não quer ver o nosso bem, afinal de contas o apóstolo João escreve em sua terceira epístola: “Amado, desejo que te vá bem em todas as coisas e que tenhas saúde, assim como bem vai a tua alma.” (3 João 2). Todavia não devemos esquecer uma coisa: Deus não mente: “Porque a sua benignidade é grande para conosco, e a verdade do SENHOR é para sempre”. (Salmo 117:2).


Portanto a verdadeira mensagem profética não vem misturada com erros: "Que tem a palha com o trigo? – diz o SENHOR" (Jeremias 23.28). Se Deus disse que havia entregado as terras e nações, e até mesmo os animais do campo a Nabucodonosor por intermédio do profeta Jeremias (Jeremias 27.6), e de outros profetas, Deus confirmou mais de uma vez o que falou.


Hananias quando mentiu e distorceu a palavra de Deus que veio através de Jeremias, não estava mais desafiando Jeremias e sim ao Próprio Deus! "Horrenda coisa é cair na mão do Deus vivo"! (Hebreus 10.31). Infelizmente muitos por causa do orgulho e da soberba tem procurado assumir e tomar o lugar de Deus, para estas pessoas Deus está dizendo constantemente: “A minha glória, pois, a outrem não darei” (Isaías 42.8).


Hananias teve um fim trágico! Com a sua própria morte o povo viu cumprir-se a risca a profecia de Jeremias. Que Deus possa nos conceder mais de Sua Graça e do dom de discernimento de espíritos para que, a exemplo de Paulo e outros servos de Deus, possamos seguir sempre no caminho do SENHOR. “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e luz , para o meu caminho” (Salmo 119.105). Não podemos esquecer a tríplice função do dom de profecia em nossos dias: EXORTAR, CONSOLAR e EDIFICAR a Igreja ( I Coríntios 14.3). Amém!

Lição 6ª - Profetas Maiores e Menores

Nessa sexta lição estaremos contando com o comentário da nossa professora Josefa.

A irmã Josefa já comentou anteriormente nesse blog, veja:




Escrito pela irmã Josefa, professora da classe das senhoras



Como também diz em Oséias: Chamarei meu povo ao que não era meu povo; E amada à que não era amada. E sucederá que no lugar em que lhes foi dito: Vós não sois meu povo; Aí serão chamados filhos do Deus vivo. Também Isaías clama acerca de Israel: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo. Porque ele completará a obra e abreviá-la-á em justiça; porque o Senhor fará breve a obra sobre a terra. E como antes disse Isaías: Se o Senhor dos Exércitos nos não deixara descendência, Teríamos nos tornado como Sodoma, e teríamos sido feitos como Gomorra. (Romanos 9.25-29)


O apóstolo Paulo fundamentava sua pregação e seu ensino na lei de Moisés, o apóstolo Paulo cita dois profetas na ordem: Oséias, o primeiro dos profetas menores e Isaías dos maiores.




E, depois de haver desmamado a Lo-Ruama, concebeu e deu à luz um filho. E Deus disse: Põe-lhe o nome de Lo-Ami; porque vós não sois meu povo, nem eu serei vosso Deus.(Oséias 1.8-9)

Sua história dramática e conhecida por todos que leem a palavra de Deus, até mesmo dos seus filhos acredita-se que o terceiro filho de Gomer, um menino chamado Lo-Ami que significa não meu povo não fosse de Oséias. O nome da criança simbolizava a quebra do relacionamento pactual em consequência da rebeldia contra Deus mediante a idolatria.

O povo do Reino do Norte já não poderia esperar que Deus o abençoasse e o livrasse dos seus adversários.

Oséias estava aprendendo através de sua própria angústia sobre como se achava o coração de Deus por causa do pecado do seu povo.

Nos dias de Oséias os hebreus desviavam-se oferecendo sacrifícios a deuses falsos. Os gentios adoravam aos ídolos, tais cultos eram na verdade oferecido aos demônios.

Paulo mudou o texto de Oséias. Deus mudou a condição dos gentios que se converteram a fé cristã, agora são chamados “filhos de Deus”.

E para identificar o conjunto de cinco livros chamados de “maiores” usamos critérios de conteúdo literário: os três mais volumosos livros proféticos são Isaías, Jeremias e Ezequiel.

Os livros de Oséias a Malaquias, apesar de serem livros proféticos, por uma questão de “conteúdo literário” são considerados “profetas menores”.



Lição 5ª - A Autenticidade da Profecia

Nessa quinta lição estaremos contando com o comentário do nosso professor Flávio.

O irmão Flávio já comentou algumas vezes no nesse blog, veja:



http://ebdpereira1.blogspot.com/2010/03/licao-10-defesa-da-autoridade.html  ["A Defesa da Autoridade Apostólica de Paulo"]





Escrito por Flávio José Pereira, professor da classe dos senhores.


Introdução


A grande questão é que nós esperamos dos profetas um compromisso com as verdades de Deus. O fato não é só falar das coisas de Deus como se entendesse os mistérios do espiritual, será que precisamos abrir escolas de profetas como no passado, para que possamos diferenciar as verdadeiras e falsas profecias?

Estaremos tratando de fatos ocorridos no passado que marcaram a humanidade e foram profetizados pelos profetas de Deus como Daniel (Daniel 2.37-45) que falou a cerca das civilizações que dominariam na época presente e pelo profeta Jeremias (Jeremias 7.1-3) que anunciava ao povo que se entregasse a Babilônia. O tempo era a única maneira de provar se as profecias eram verdadeiras? Temos o Apocalipse e será que temos dúvidas de suas revelações futuristas? Qual é a prova que temos de que são genuínas? Falam de fatos que ocorrerão no futuro bem próximo e eu espero que esteja muito próximo.

Temos, no século passado, uma profecia dita pelo profeta Oseías (Oséias 11.10) que Israel [em 1948] voltaria a ser reconhecida como Estado [pelas Nações Unidas]. De fato estamos falando de homens que se dedicaram a anunciar aos homens e
nações as palavras do Deus vivo.




Andarão após o Senhor; ele bramará como leão: bramando ele, os filhos do Ocidente tremerão. Tremendo virão, como um passarinho, {os} do Egito, e como uma pomba {os} da terra da Assíria, e os farei habitar em suas casas, diz o Senhor.






A Mensagem do Senhor

O profeta Isaias foi o único que recebeu o titulo de profeta messiânico (é desta maneira que ensinamos no discipulado), porque ele foi o que mais falou do Messias. Sabemos que o que está escrito em Mateus 21.42; Marcos 12.10; Lucas. 9.22, confirmariam o que foi predito por Isaias, como muitos na época passada o tinha rejeitado João 12.37,38; Isaías 53.1, foi exatamente o teor de sua mensagem.

Na mesma época havia outros profetas anunciando mensagens sobre cativeiro e o restabelecimento de Israel, no caso de Oséias que falava da prostituta, de fato profecias citadas por Oseías tiveram o comprimento séculos depois mostrando que Deus não falha com as suas palavras.

Fato interessante ocorreu quando o Alexandre, o grande, estava formando o Império Grego e tinha tomado o Egito. Os Judeus foram ao seu encontro para mostrar uma profecia dita pelo profeta Daniel, a qual estava escrito sobre ele (Daniel 8.3,4); como não dar credito as palavras dos profetas. O que me diz que devo acreditar nas profecias de hoje? Se não é o cumprimento das profecias de ontem não daria credito no que esta escrita na Bíblia Sagrada.

 

Então, levantei os olhos e vi, e eis que, diante do rio, estava um carneiro, o qual tinha dois chifres, e os dois chifres eram altos, mas um, mais alto do que o outro; e o mais alto subiu por último. Vi que o carneiro dava marradas para o ocidente, e para o norte, e para o sul; e nenhum dos animais lhe podia resistir, nem havia quem pudesse livrar-se do seu poder; ele, porém, fazia segundo a sua vontade e, assim, se engrandecia. (Daniel 8.3,4)



A Paixão e a Morte de nosso Senhor Jesus Cristo

O nosso Senhor começou o seu sofrimento no Monte das Oliveiras. Quando o Senhor foi a sua oração o seu suor transformou-se em sangue estava sobre Ele as nossas transgressões, depois preso e torturado pelos romanos em seguida crucificado pelos seus opressores que eram os seus patrícios, ou seja, os Judeus.

Mas mesmo assim como ovelha muda foi ao matadouro (Isaías 53.7), com o seu silêncio parecia incomodar as pessoas que acompanhava os seus torturadores (Mateus 27.38-41). Mas tudo que falou o profeta Isaias aconteceu conforme a palavra do próprio Deus. Estas são as provas que precisamos para crer nas Escrituras de Deus.



Conclusão:

Embora o mundo esteja fechando os seus olhos para tais fatos, encobrindo certas verdades sobre o Cristo crucificado, mesmo tendo o conhecimento das Escrituras que eles ignoram, não podem impedir os acontecimentos, o que estar por vir virá e não tardará (Hebreus 10.37); o Senhor destas palavras também disse que as suas palavras são fies e verdadeiras, e Ele vela para cumpri-las (Jeremias 1.12). E tudo o que foi dito pelos santos profetas e apóstolos sem tirar ou acrescentar será comprido. Portanto a autenticidade das profecias está no seu comprimento, não podem ser negadas por autoridade de espécie alguma. Então eu concluo que os profetas, homens de Deus, falaram de Deus não de se mesmos.

Lição 4ª - Profecia e Misticismo

Nessa oportunidade estaremos lendo o comentário feito pela nossa irmã Geitjane.

P.S.: A irmã Geitjane Carvalho já escreveu um comentário nesse blog. Veja:





Escrito por Geitjane Carvalho de Lima Falcão, professora da classe dos senhoras.




No mundo atual o misticismo está presente em vários meios de comunicação, e acima de tudo, propagado na internet, livros e revistas. Muitas vezes não percebemos, mas estamos sendo influenciados e achamos normal e engraçado aquilo veemente Deus condena.





No entanto, o primordial para entendermos essa quarta lição é sabermos corretamente a diferença entre misticismo e profecia.


No princípio poderíamos até nos confundir, visto que a palavra “misticismo” [do latim mystica, espiritual] representa, como aponta a nossa lição (p.29), uma atitude em busca da união intima e direta do homem com a divindade, e pensar que o profeta e o místico são iguais. Mas não são.


O que muda realmente é o caminho, embora aparentemente sejam os mesmos obetivos. O místico, na asserção a que estamos aludindo nessa ocasião, refere-se aquele que busca o contanto com o espiritual mais por meio da intuição e do sentimento do que pelo conhecimento racional de Deus e da fé genuína.


O místico não tem discernimento espiritual e o diabo se aproveita disso, quer o místico tenha consciência dessa realidade ou não. Não devemos ser meninos, a não ser na malícia, mas no conhecimento devemos ser adultos. Nem tudo que acontece no reino espiritual, sejam milagres, prodígios ou sinais, provêm de Deus.


Com efeito, o mistério da iniqüidade já opera e aguarda somente que seja afastado aquele que agora o detém; então, será, de fato, revelado o iníquo, a quem o Senhor Jesus matará com o sopro de sua boca e o destruirá pela manifestação de sua vinda.
Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos.
É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça (II Tessalonicenses 2.7-12)


O verdadeiro teste para um profeta de Deus não é a realização de um milagre, portanto, mas a mensagem que ele anuncia. Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo (I João 4.2-3).


O profeta de Deus realiza sinais e maravilhas para atestar o poder de Deus, para glória exclusiva do Senhor e para que o povo obedeça os mandamentos divinos. Já o falso profeta pode frequentemente reproduzir sinais e maravilhas como Janes e Jambres que resitiram a Moisés na presença de Faraó, mas esses não irão avante, pois não fazem esses atos por Deus e não estão enquadrados na obediência as Escrituras, antes são agentes do diabo para iluder os fracos e réprobos em relação à fé (ver II Timóteo 3)


Podemos saber se uma profecia é realmente inspirada por Deus pelo conhecimento que temos das Escrituras, nosso manual de fé, e porque aquele que é espiritualmente saúdavel a tudo dicerne.


Não precisamos de numerologia, búzios, astrologia, nada disso. Temos contanto direto com Deus pelo novo e vivo caminho: Jesus. Por isso o escritor sagrado nos convida:

Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo o coração purificado de má consciência e lavado o corpo com água pura.(Hebreus 10.19-22)



A voz de Deus é importante para os seus fihos. Apesar do homem ter pecado no Jardim do Éden, Deus nunca deixou de se comunicar com suas criaturas. Antigamente por patriarcas, sacerdotes e profetas, hoje por si mesmo na revelação de Jesus Cristo o qual fala conosco pessoalemnte por santa Palavra.


Enfim essa lição nos dá um alerta. Nas palavras do dr. Lawrence Richards (Guia do Leitor Bíblico, CPAD, 2005, p.131):

Mesmo para aqueles fora da comunidade da aliança, práticas ocultas eram detestáveis, pois eles representavam uma rejeição do que podia ser conhecido de Deus através da criação, em favor do demoníaco e do irreal. Essa extrema condenação indica uma rigorosa advertência aos modernos cristãos: que um crente nada tem a ver coisa ligada ao ocultismo.

Temos a Cristo a que o resplendor da glória e a expressão exata de Deus, o qual sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas. Busquemos a Sua voz e presença! Amém.


Lição 3ª - As Funções Sociais e Políticas da Profecia

O comentador dessa terceira lição seria o dirigente de nossa Escola Dominical, o irmão Gilvan Gomes. No entanto, o nosso irmão Gilvan mandou um e-mail para mim explicando que, por motivo de um imprevisto em seu trabalho, não teve tempo de escrever o comentário para esse blog, o que o fez pedir a todos os leitores que o desculpassem por isso. No lugar de sua explanação o irmão Gilvan pediu que colocasse a do pastor Josenildo Cardoso.

Eu mais do ninguém lamento o ocorrido, mas acredito que em outras ocasiões o nosso irmão Gilvan nos abençoará com seus comentários como fez em outras oportunidades. Fiquem agora com as palavras do pastor Josenildo Cardoso Cavalcante, extraído do site: http://www.ensinodominical.com.br/as-funcoes-sociais-e-politicas-da-profecia-2/




Introdução

Amados irmãos, A Paz do Senhor Jesus. Nesta lição vamos estudar as funções sociais e políticas da profecia. Para início, o profeta desempenhava uma função muito importante no cenário político e religioso de Israel. O governo nos tempos dos de Moisés, era Teocrático, a forma de governo centrado nas leis de Deus, e exercido por sacerdotes, que também muitas vezes eram Profetas e sacerdotes que faziam as funções, políticas e sociais entre o povo. Em seguida foi o período dos juízes, que também tinham a função social e política, de julgar o povo, aconselhando-os e Deus dava livramento ao povo pelos Juízes, e o primeiro deles foi Otniel irmão mais novo de Calebe, o ministério profético estava presente nesse período, vemos a profetiza Débora, que também era juiz, fazendo a parte política, julgando e a parte social, aconselhando o povo. Agora o cenário político de Israel ia se definindo, em seguida, o povo pede um Rei, que tinha a função de governar o povo de Deus, tendo como missão, aconselhar e guiar o povo. Bom assim estava completa a divisão política de Israel: Rei, Sacerdote e Profeta.


I – O papel político e social da profecia nas escrituras.

1. O profeta e o povo.

O povo precisava de um líder, a quem seguir, pois é uma primícia básica do homem, seguir alguém ou alguma coisa, como o povo estava iniciando, e devido seus sofrimentos, no Egito, nas mãos de seus inimigos, Deus levanta o profeta, para ser o canal de comunicação entre Ele e o povo, com essa função política e social o profeta era muito respeitado, isso fica claro quando lemos em Dt 34. 10-12, até o dia de hoje Moisés é tico como um dos maiores profetas que Israel já teve.

2. O profeta e o rei.

O rei para governar, tinha ao seu lado fazendo parte dos seus conselheiros, homens entendidos em toda ciência, cheios de conhecimento, sabedoria. Dn 1.3-4

Quando o assunto era guerra, chamava o general, para aconselhar, e escolher a melhor estratégia. Entre os conselheiros do Rei estava o Profeta, que tinha a função mais importante do reino, quando o Rei era temente a Deus, no caso de Davi, II Sm 7.17; 24.18,19. Sempre que o profeta era consultado, pelo rei para ver o que o Senhor tinha para seu povo e este lhe dava ouvidos, Deus abençoava, e o rei podia conduzir o povo na direção certa, com isso a função do profeta também era social. Mas nem sempre foi assim.

3. O profeta marginalizado

No período dos reis de Israel e Judá, os profetas de Deus ficaram fora dos círculos reais, com exceção de Isaías (39.3). Com a decadência espiritual dos monarcas de Israel, os profetas desenvolveram seu ministério distante do círculo central. Com isso os reis passaram a perseguir os profetas e marginalizá-los, observamos isso no ministério de Elias, quando Acabe perseguia o servo do Senhor, essa perseguição e marginalização, acontecia por conflitos de interesses, entre o rei e a vontade de Deus. Quero fazer uma observação a respeito de nossos dias, a palavra de Deus tem caído em descrédito, justamente por causa de interesses pessoais, de obreiros que querem, apenas o status da posição, alimentam-se da gordura das ovelhas, querem ter o poder aos seus pés, a sua visão está nesta terra. Deus tem levantados homens e mulheres, cheios do Espírito Santo, falando como verdadeiros profetas, mas o apego as coisas mundanas tem segado nossos pastores. Aos amados irmãos que Deus pela sua misericórdia e amor, tem usado em profecia, fale o que Deus mandar, não acrescente nem diminua, pois ainda tem obreiros e pastores tementes a Deus e com certeza eles ouvirão a voz do Senhor.


II – O Profeta é enviado ao rei.

1. O princípio do fim do reino de Judá.

O fim do reino de Judá, teve início quando Zedequias, mesmo depois de jurar lealdade e obediência aos babilônicos, rebelou-se contra o rei dos caldeus no oitavo ano de seu reinado (2 Rs 24.8-17).

Mesmo já estando Judá sob o domínio babilônico, tal postura ocasionou a destituição do rei Joaquim (que é o mesmo Zedequias, pois Nabucodonozor mudou seu nome de Joaquim para Zedequias) em 598 a.C.

2. Profecia dirigida ao rei.

O exército dos caldeus, liderando as demais tropas dos povos conquistados, estava à volta de Jerusalém esperando o assédio final.

Jeremias já vinha anunciando durante décadas o trágico fim do reinado de Judá (1.15; 5.15; 6.22; 10.22; 25.9). Mais uma vez, a pessoa do profeta aparece trazendo uma mensagem importante para o rei e para todo o povo, que mesmo com a destruição iminente, se o povo se arrependesse, Deus os livraria. Mas o rei, juntamente com seus príncipes e a maioria do povo, não deram ouvidos ao profeta Jeremias, nem aos demais profetas. Agora Deus fala mais uma vez através do profeta Jeremias ao rei, que a cidade será entregue nas mãos do rei da Babilônia, o qual a queimará.

3. O destino do rei Zedequias é anunciado

Quando não damos ouvidos a palavra de Deus, nosso destino é trágico, se quisesse ter paz, o povo deveria se submeter ao rei da Babilônia, pois Jeremias afirma em sua mensagem que o cativeiro haveria de durar 70 anos (25.11-14; 29.4-10). A mensagem de Jeremias ao rei Zedequias, era que este seria entregue nas mãos do rei de babilônia.

Infelizmente os profetas contemporâneo de Jeremias, eram politicamente corretos, levando o povo a acreditar mais no falso profeta Hananias, que incitava o povo a se levantar contra o rei da Babilônia, do que em Jeremias que era tido como um espião, um traidor.

O compromisso do profeta de Deus, é com o povo de Deus, mesmo que isso venha a contrariar a vontade do rei e do povo. E o compromisso do pastor e do povo é buscar e seguir a vontade de Deus, pois só essa fará com que possamos chegar às mansões celestiais. O pastor que ignora a direção e orientação da palavra de Deus, deixa de se colocar como instrumento de Paz e harmonia entre os irmãos, causando até discórdia, com suas atitudes arbitrárias.


III – A Questão de ordem social.

1. A liberdade dos escravos Hebreus.

A atitude de Zedequias em libertar os escravos, como manobra política, talvez aconselhado por algum profeta conhecedor das leis Hebraicas, tem um cunho interesseiro, e meramente político. Com essa atitude aparentemente correta, pois era ordem de Deus, segundo (Ex 21.2), o rei pensava em livramento da parte de Deus. Porém, o momento era de entregar-se aos caldeus, conforme Deus falara através do profeta Jeremias. Hoje infelizmente, acontece a mesma coisa, “pastores” usando a palavra de Deus fora de contexto, apenas com interesses os mais diversos possíveis, menos o de fazer o correto.

A palavra liberta, mas o mal uso da mesma, trás escravidão, infelizmente dentro da igreja há muitos presos, escravos de homens escrupulosos, que só pregam as rosas e esquecem de pregarem os espinhos, o arrependimento, a santificação e com isso geram uma falsa liberdade na mente dos ouvintes.

2. A alforria dos escravos é cancelada.

Quero transcrever o que o comentarista diz pois é muito interessante.

O profeta Jeremias anunciou que o rei do Egito retornaria a sua terra e o cerco da cidade santa pelos caldeus recomeçaria (Jr 37.5-8 – Convém salientar que os capítulos do livro de Jeremias não estão em ordem cronológica). Entretanto, os fatos de faraó ter vindo em socorro de seu aliado em Judá, o cerco de Jerusalém ter sido suspenso e os caldeus se retirado, fizeram com que o rei Zedequias e os seus príncipes não acreditassem no profeta de Deus. Assim, pensando estarem salvos do perigo, revogaram a lei da libertação dos escravos (v.11). O pecado maior deles consistiu em desfazer um concerto religioso feito em nome de Deus e no templo: “[...] e tínheis feito diante de mim um concerto, na casa que se chama pelo meu nome” (v. 15). Cabe-nos uma reflexão a respeito deste episódio.

Quando fazemos um pacto com o Senhor Jamais devemos voltar a trás, esse pacto pode ser em servi-lo o resto de nossas vidas, é um voto que fazemos, é uma promessa. Prezado irmão se fizeste um pacto com o senhor, cumpra, se foi um voto e não cumpriste até agora, cumpra e Deus mudará seu cativeiro.

3. A Indignação divina

De Deus ninguém zomba, com Deus ninguém brinca, a atitude de Zedequias em revogar um concerto religioso feito em nome de Deus, deixou o Senhor indignado. Em vez dos babilônios, foi o próprio Deus quem liberou a espada para a destruição de Judá. A reação divina contra a atitude indigna e vergonhosa de Zedequias, de seus príncipes e dos grandes de Judá, tinha a sua razão de ser. Os últimos versículos do capítulo 34, descreve o duro juízo do Senhor sobre o rei, seus príncipes e todo o povo de Israel.

Observação:

Nestes últimos dias, onde a igreja caminha cada vez mais para a apostasia, será que não é fruto dos pactos quebrados pelo povo, principalmente pela liderança, que deveriam dar o exemplo? Temos sofrido na terra por “crentes” não honrarem o compromisso com Deus, de falar, viver a verdade. Deus tem cobrado de Seu povo, santidade, amor uns para com os outros.

Pastores, líderes, acordem, voltem ao primeiro amor, igreja do Senhor Jesus, busquemos a paz e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Creio que nestes últimos dias da igreja na terra, Deus está indignado com muitos que se dizem “crentes”. Voltemos ao primeiro amor, guardemos os concertos e estatutos do Senhor, porque Ele é misericordioso para perdoar nossos pecados.

Conclusão:

Os profetas, viveram e morreram anunciando a palavra de Deus, sua vida foi para combater a desigualdade social no meio do povo de Deus, não foi em vão, pois muitos deram ouvidos, mas aqueles que não deram ouvidos dizendo:

Inútil é servir a Deus; que nos aproveita termos cuidado em guardar os seus preceitos, e em andar de luto diante do SENHOR dos Exércitos? (Ml 3.14) Esses pereceram, “Então aqueles que temeram ao SENHOR falaram freqüentemente um ao outro; e o SENHOR atentou e ouviu; e um memorial foi escrito diante dele, para os que temeram o SENHOR, e para os que se lembraram do seu nome”.

“E eles serão meus, diz o SENHOR dos Exércitos; naquele dia serão para mim jóias; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve. Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve”. Prezados irmãos lutemos em favor do povo de Deus, desenvolvamos trabalhos na igreja, voltados para o bem social do nosso povo, então com certeza veremos a diferença entre o que serve e o que não serve.

O templo é aonde nos reunimos, as famílias devem ir ao templo felizes, satisfeitas, pois é ali que adoramos ao Senhor, louvamos o seu Santo nome, revemos os amados irmãos, o salmista tinha razão quando disse: “alegrei-me quando mim disseram vamos à casa do Senhor”. E mais, “uma coisa peço ao Senhor, que eu possa morar em sua casa todos os dias da minha vida” Um grande abraço em Cristo Jesus e uma boa aula.

Elaboração por: Pb. Josenildo Cardoso Cavalcante