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A Ceia Judaica, também chamada de Páscoa foi instituída por Deus quando o povo ainda estava no Egito. – Ex 12. Ela significava libertação (redenção) para os hebreus – Ex 12.14. A palavra “páscoa” quer dizer: “passar além, passar por cima”. A palavra descreve a passagem do anjo da morte, quando seriam mortos todos os primogênitos do Egito e poupados os dos israelitas. Essa festa era sombra (tipo, figura) daquilo que aconteceria futuramente, isto é, ela apontava para Jesus – 1Co 10.1-10; Cl 2.16,17; Hb 10.1.
Páscoa Judaica
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O cumprimento em Jesus
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O cordeiro (Ex 12.3)
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Cristo é o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1.36)
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Era sem defeito (Ex 12.5)
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Jesus é perfeito (1 Pe 1.18,19; Jo 8.46; Hb 4.15)
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Os ossos não foram quebrados (Ex 12.46; Sl 34.20)
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O corpo de Cristo simboliza a Igreja e a igreja somos nós, por isso não podemos viver em contendas, intrigas ou sem participar da Ceia. Seria o mesmo que peixe fora d’água. Cear é fazer parte de Cristo, da Igreja (1 Co 10.16,17; 12.12-27). Esta unidade não pode ser quebrada. Os ossos de Cristo não foram quebrados (Jo 19.36).
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O sangue do cordeiro representava libertação, redenção e proteção para os israelitas (12.7,13)
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Somente o sangue de Cristo é capaz de redimir o pecador. Nem a água do batismo ou a intervenção de santos pode nos dar proteção. Só o sangue do Cordeiro de Deus (1 Jo 1.7; At 4.12; 16.31)
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O cordeiro foi sacrificado (Ex 12.6,27)
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Jesus foi sacrificado por nós (Is 53; Jo 3.16; Rm 3.25; 1 Co 5.7)
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O cordeiro seria sacrificado à tarde (Ex 12.6)
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Jesus morreu à tarde (Mc 15.25)
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Os pães asmos (sem fermento) simbolizavam pureza (Ex 12.8). Significava a separação do povo do Egito. Egito, na Bíblia, é igual a pecado.
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Fermento na Bíblia é símbolo de pecado (1 Co 5.6-8; Gl 5.9). A Ceia para o crente significa a separação do crente do mundo (Mt 16.6,11; Mc 8.15)
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As ervas eram amargas (Ex 12.8; Is 53.7)
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Cristo sofreu, na Cruz, a amargura, a dor, pelos nossos pecados (Mt 26.39,42)
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O sangue foi derramado para expiação dos pecados. Era o penhor da salvação (Ex 12.13)
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O sangue de Cristo é a garantia do perdão; é a garantia de que a morte não tem mais poder sobre nós. Ainda que morramos, ressuscitaremos (Jo 11.25; Hb 9.22; 1 Jo 1.7)
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