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Lição 2ª - A Enfermidade na Vida do Crente
sábado, 7 de julho de 2012 Seja o primeiro a comentar!
Queria humildemente pedir desculpas por
só poder publicar esse comentário agora. Durante essa semana houve alguns contratempos
e até problemas técnicos. Mas tudo já perfeitamente resolvido.
O comentário que se segue, então, deve
ser compreendido não como um resumo geral do tema, que por si esgote colocações
ou debates posteriores. Pelo contrário, o que foi escrito aqui serve apenas
como ponto de partida para os debates e reflexões sobre o tema a serem postos
amanhã em nossas Escolas Dominicais. Espero que possa servir e que de certa
abençoe a quem estiver lendo, por Cristo.
Escrito por Ezequiel Carvalho, professor da classe dos jovens
O
sofrimento – Introdução
A
questão que representa a problemática mais difícil de transpor dentro da
pregação evangélica, sem sombras de dúvidas, é a questão do sofrimento humano.
Se o assunto torna-se delicado pela maneira com que se comunica a questão ou se ela é intrinsecamente embaraçosa, isso é indiferente, resta-nos
aceitar a dificuldade do tema.
O
saudoso Charles Colson em seu livro (com Nancy Pearcey) “E agora como
viveremos?” destaca bem essa questão ao comentar sobre Albert Einstein. Ele
afirma:
O
que bloqueou Einstein foi algo mais forte do que a doutrina da Criação: foi o
problema do mal e do sofrimento. Sabendo que deve existir, ele agonizou acerca
do caráter desse projetista. Como Deus pode ser bom, e mesmo assim permitir que
coisas terríveis aconteçam às pessoas? E porque Einstein não pôde conciliar o
problema do mal e do sofrimento com um Deus bom, virou as costas ao Deus da
Bíblia.
Enfermidades
E
em cima disso que foi dito podemos também reconhecer que o sofrimento causado
por uma enfermidade tem o seu efeito
majorado por duas questões básicas.
A
primeira é que a enfermidade, em boa parte dos casos, é uma aflição
constantemente presente, é o tipo de sofrimento que acompanha o indivíduo por
onde quer que vá, evitando assim que esse se esqueça daquilo pelo qual está
passando. Lembremos que a palavra doença vem do latim dolentia, que significa dor, sentir dor.
A
segunda questão é que a enfermidade é um sofrimento estigmatizante. É bastante
difícil você esconder que está passando por uma doença e uma vez que as pessoas
tomam conhecimento daquilo que está acontecendo, geralmente não conseguem ter
um olhar compassivo. A doença sempre esteve associada a um castigo divino (João
9.2; cf. as acusações dos amigos de Jó, a respeito de sua enfermidade), e
também a algo repulsivo (ver o caso mais clássico disso, que é a hanseníase). A
AIDS e a tuberculose são atualmente moléstias em que as pessoas que a contraem
sofrem com o preconceito.
No
que tange especificamente a Igreja contemporânea, no seu sentido institucional,
esta tem cometido, a meu ver, dois erros gravíssimos ao tratar desse tema,
quais sejam: tratar a enfermidade como algo irreal na vida do crente, afirmando
ter os cristãos privilégios especiais que os fariam imunes a qualquer tipo de
moléstia; e a perspectiva da resignação, onde o cristão deveria se submeter
pacientemente aos desígnios divinos, suportando passivamente a enfermidade como
a vontade oculta de Deus.
Para
podemos melhor compreender essa questão devemos tentar entender se a
enfermidade possui alguma origem e como o próprio Deus trabalha o tema em seu
Livro.
A enfermidade
sob a ótica bíblica.
As
doenças constituem-se como uma realidade presente na vida humana. Não tem nada
a ver, em princípio, com atuação demoníaca ou algo correlato. Quem fica doente
não está possuído, nem tão pouco lhe falta fé. O apóstolo Paulo conviveu por
muito tempo com um “espinho na carne” e não lhe faltou fé (II Coríntios 12.
7-10). A enfermidade é um fato lógico, efeito imediato da fraqueza humana,
decorrente da nossa própria limitação. Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do
homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor (I Pedro 1.24).
Assim
cristãos ou não ficam doentes. Vemos na Bíblia que verdadeiros heróis da fé
padecerem de algum tipo de enfermidade, sem que isso maculasse a sua biografia.
Ninguém realizou tantos milagres pelo poder de Deus no Antigo Testamento como
Eliseu, mas o que se diz em sua biografia? E Eliseu estava doente da enfermidade de que morreu... (II
Reis 13.14).
Todos
os seres humanos são passíveis de adoecer. E o relato bíblico não se constrange
em falar que cristãos adoeceram, como no caso de II Timóteo 4.20: Erasto ficou
em Corinto, e deixei Trófimo doente em Mileto. Também é o caso em
Filipenses 2.26-27: Porquanto tinha muitas saudades de vós todos, e estava
muito angustiado de que tivésseis ouvido que ele [Epafrodito]
estivera doente. E de fato esteve doente, e quase à morte...
Isso
quer dizer que não há diferença entre um servo de Deus e um não servo?
Absolutamente não. O apóstolo Paulo é bem claro: E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem
daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito (Romanos 8.28).
Não entramos na perspectiva da resignação, da qual se diz: “você
está sofrendo porque Deus quer você sofra”. Deus não é um tirano sádico. Mas os
verdadeiros cristãos se confortam na providência divina. Por isso dizia Jó que sabia
que o seu Redentor vivia, e que por fim se levantaria sobre a terra. E mesmo – disse ele – que sua pele fosse
totalmente consumida, ainda na sua carne veria a Deus (Jó 19.25-26). Essa é a
fé apostólica: Não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que
não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o
escape, para que a possais suportar (I Coríntios 10.13).
Ser cristão é saber que sua vida tem propósito, que se estar
no mundo com uma missão e que se serve a um Deus amoroso e compassivo. Por essa
razão o apóstolo ousadamente falou: “... não me envergonho; porque eu sei em
quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito
até àquele dia” (II Timóteo 1.12).
Ficamos doentes não porque existe um carma ou qualquer coisa
do tipo, mas apenas para podermos observar a nossa estrutura, para lembrarmos
que somos pó e a pó voltaremos (Salmos 103.14; Eclesiastes 3.20). Somos
limitados, mortais e a cada dia padecemos um pouco, sem volta, como uma vela
acesa que um dia consumirá todo o seu pavio.
Conclusão
Assim sendo, não devemos nos afastar jamais de Deus. Ele é a
nossa esperança de salvação, de regeneração da humanidade, da ressurreição dos
mortos, do corpo incorruptível. Nessa sociedade em que vivemos doentes, onde as
doenças psicossomáticas são tão abundantes, devemos ter a compreensão do
apóstolo Pedro: Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna
(João 6.68).
O mesmo Deus de cura é o nosso Deus. Ele é Jeová- Rafá (יהוהדפה): O Senhor que te
sara (Êxodo 15.26). Devemos reter firmes a nossa confiança. Conhecemos o quanto
é ruim está enfermo. Já perdemos parentes, pessoas boas e queridas para doenças
terríveis. Mas sabemos que lá no céu tem alguém que verdadeiramente tomou sobre si as nossas
enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito,
ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas
transgressões, e moído por causa das nossas iniquidades; o castigo que nos traz
a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados (Isaías 53:4-5), é nesse Deus que acreditamos.
LIÇÃO 1ª - NO MUNDO TEREIS AFLIÇÕES
terça-feira, 26 de junho de 2012 Seja o primeiro a comentar!
ESTAMOS COMEÇANDO UM NOVO TRIMESTRE E COM MUITA DEDICAÇÃO VAMOS NOS ESFORÇAR PARA MANTER OS NOSSOS COMENTÁRIOS. E MAIS UMA VEZ ESTOU ESCREVENDO ESTE COMENTÁRIO COM MUITA FELICIDADE E ESPERO ESTA COLABORANDO COM A EDIFICAÇÃO DE VIDAS. PROFESSOR DA CLASSE DOS SENHORES, FLÁVIO JOSÉ
INTRODUÇÃO
Muitas pessoas não
sabem lidar com seus problemas do dia a dia. Os problemas podem ser de
várias ordens como, por exemplo, financeiros, familiares, saúde,
psicológico, vícios, amoroso e político. Significa que não estamos
imunes contra possíveis limitações, dificuldades ou tribulações. Estamos
sujeitos a passarmos por todo e qualquer problema, da mesma forma que
os mãos cristãos. No entanto, pelo fato de estarmos com Cristo, nós
podemos ter a certeza de que iremos vencer, pois Nele somos mais que
vencedores.
Mesmo assim muitos
cristãos perdem a esperança no Cristo que está com ele até a consumação
dos séculos, ouvimos muitos destes irmãos sem esperança nas igrejas,
Deus não me ouviu, não me ver. Certo dia eu estava na portaria da igreja
no culto de mocidade e vi duas jovens conversando de joelhos, eu
perguntei por que elas não estavam orando e uma delas me responde Deus
não me ouvi, outro dia uma irmã me ligou e disse vou morrer e eu
respondi eu também.
Exercitarmos a nossa
fé, não deixando que seja apenas algo intelectual, ou mesmo, mero
acúmulo de conhecimento. Não estudamos a Bíblia para termos apenas
informações. Pelo contrário, estuda-se a Bíblia para que, por ela
sejamos transformados. Perceberemos que a fé não pode estar distante da
prática: “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes, enganando-se a si mesmos” (Tiago 1.22).
FÉ
Algo que falta em
muitas pessoas que dizem ser servos de Jesus Cristo é a Fé pequena
palavra que mais falta à igreja. Nos últimos dias espera-se uma igreja
apóstata. Tal dificuldade em entender a fé e os problemas da vida não é
um privilégio exclusivo desta geração. Muitos foram aqueles que tiveram
enormes dificuldades em tentar entender essas realidades. Um exemplo
disto foram os próprios discípulos de Jesus, que ao verem um cego de
nascença, argumentaram que a razão da cegueira seriam os pecados dos
pais daquele cego, algo desaprovado por Jesus no evangelho de (Jo 9.3) “Uns diziam; É este. E outros: Parece-se com ele. Ele dizia: Sou eu.”
De todos os tipos de
fé tem a fé vitoriosa, é aquela que o crente manifesta durante a
batalha, seja ela espiritual ou não, a fé que garante a sua vitória,
Davi quando enfrentou o gigante Golias estava cheio de fé em quanto todo
o exército hebreu estava com medo do gigante. Não dá para se esconder
dos nossos problemas e sim aguçar a nossa fé em Deus que nos garante a
vitória.
OS INIMIGOS DA FÉ CRISTÃ HOJE
A história da igreja
nos mostra que os cristãos vivenciaram a sua fé diante de diversos
inimigos no decorrer dos tempos. Estes inimigos forâneos usavam todo o
poder que tinham para subverter a fé cristã tentando diminuir o seu
alcance e a força da sua atração com ataques em forma de perseguições em
todos os níveis. A história da igreja tem 21 séculos de lutas, muitas
delas marcadas com a semente dos mártires – o sangue
Como
nos séculos anteriores no século XXI as perseguições não diminuíram ao
ponto que temos notícias de diversas perseguições em determinadas partes
do mundo. No entanto, também podemos identificar outros inimigos
contemporâneos da fé cristã que têm invadido a igreja diluindo seu
pensamento e prática cristã. As palavras de advertência do apóstolo
Paulo se tornam atuais: “E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si”
(At 20:30). Mesmo assim Deus tem se mostrado que é com esta igreja.
Dizem os irmãos da China aqui Deus tem ressuscitado os mortos dado vista
aos cegos e cochos andam.
A duvida é o maior
inimigo da fé, sem fé é impossível agradar a Deus. Nós como seguidores
de Cristo temos que demostrar para o mundo esta fé, que salva e
transforma o mais vil pecador, como Pedro ao andar sobre as águas a
dúvida veio no seu coração e ia naufragar. Não naufrague nas suas
dúvidas mas mergulhe no oceano da fé no Deus que abre mar, ressuscita
mortos, faz machado flutuar, fogo cai do céu.
Com a
globalização o fenômeno da fé cristã foi padronizado. Não há mais a
liberdade de questionar os pressupostos atuais e as expressões da fé
cristã impostas pelo mercado da privatização da fé. A imposição de
modismos, do pensamento linear da fé e de uma expressão cúltica
padronizada tem gerado grupos hierárquicos na igreja. As diversidades
hierárquicas exercem o controle por meio do padrão imposto das
expressões de fé. Isso estupra e castra o que o evangelho tem de mais
precioso, a liberdade. Muitos que criticaram o “tradicionalismo” de
ontem e foram “marcados” pela defesa da liberdade cristã, e foram
perseguidos numa inquisição sem fogueiras, caem hoje no “tradicionalismo
do mercado” gerando uma casta cristã acima das críticas e dos
questionamentos de suas práticas e de seus pensamentos ditos cristãos.
É POSSÍVEL TRANSFORMAR AS PROVAÇÕES EM TRIUNFO?
A grande verdade é
que ninguém gosta de passar por problemas. Existe alguém que tenha
prazer em passar por problemas? Ou, quando estamos passando por alguma
circunstância difícil, ficamos alegres com isto? Apesar de não gostarmos
de passar por dificuldades, não estamos isentos das mesmas. Em algum
período da nossa vida estaremos frente a frente com algum tipo de
circunstância adversa. E aí? Sendo as pessoas diferentes umas das
outras, suas reações são as mais variadas possíveis.
(a) Desespero –
algumas pessoas simplesmente ficam desesperadas com a chegada dos
problemas, sem saber o que fazer, como fazer e a quem procurar;
(b) Paralisia –
outras ficam atônitas, imóveis, paralisadas com os “ventos contrários”.
Não existe qualquer reação, apenas o “engessamento”;
(c) Motivação –
existe um pequeno número que decide lutar, enfrentar e não se render aos
problemas. São pessoas que apresentam uma força extraordinária;
O livro de Tiago é
considerado o livro de Provérbios do Novo Testamento. Tiago é mais
pregador do que escritor, porque sua carta é um livro essencialmente
prático.
Na época do livro de
Tiago, um dos grandes problemas que a igreja local estava enfrentando
era como colocar em prática aquilo que estavam professando. O que isto
significa? Aqueles que se diziam crer em Jesus, não viviam segundo os
princípios de Jesus. Era uma fé apenas de boca, palavras, sem prática,
sem vida. Será que podemos dizer que ainda a igreja de Jesus passa por
problemas semelhantes? Existem pessoas que se declaram cristãs, contudo,
suas vidas dizem o contrário? Seria exagero dizer que, muitos têm
apenas um discurso cristão, sem a prática para sustentar este discurso?
Por isso, que Tiago
decide escrever a tais irmãos e alertá-los para o risco de viver uma fé
morta. Certa vez, Francisco de Assis disse o seguinte: “Pregue o
evangelho, se necessário, use as palavras”. Ou seja, a fé cristã precisa
ser praticada, exercitada, caso contrário, será apenas um amontoado de
palavras. E, em muitos casos, o exercício da vida cristã passa pelo
enfrentamento das tribulações e dificuldades. Por consequescia do pecado padecemos, mais temos a Deus para nos dar a vitoria nessesaria e esperamos em outra vida a eterna paz com Cristo.
SALMO 46
1 Deus é o nosso refúgio e
fortaleza, socorro bem presente na
angústia.
2 Pelo que não temeremos, ainda que
a terra se mude, e ainda que
os montes se projetem para o
meio dos mares;
3 ainda que as águas rujam e
espumem, ainda que os montes se
abalem pela sua braveza.
4 Há um rio cujas correntes
alegram a cidade de Deus, o lugar
santo das moradas do
Altíssimo.
5 Deus está no meio dela; não
será abalada; Deus a ajudará desde o
raiar da alva.
6 Bramam nações, reinos se
abalam; ele levanta a sua voz, e a
terra se derrete.
7 O Senhor dos exércitos está
conosco; o Deus de Jacó é o nosso
refúgio.
8 Vinde contemplai as obras do
Senhor, as desolações que tem feito
na terra.
9 Ele faz cessar as guerras até
os confins da terra; quebra o arco e
Corta a lança; queima os
carros no fogo.
10 Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as
nações, sou exaltado na terra.
11 O Senhor dos exércitos está conosco; o Deus de Jacó é o nosso
refúgio.
CONCLUSÃO
Neste mundo, estamos sujeitos às aflições e sofrimentos de qualquer espécie. A vida cristã envolve
períodos difíceis e trabalhosos. No entanto, se a nossa expectativa
estiver na soberania de Deus e no seu bem, desfrutaremos, mesmo que
andemos em aflição, da mais perfeita e sublime paz de Cristo. Que ao
longo desse trimestre, o Todo-Poderoso ilumine-lhe a mente e o coração
para deleitar-se em sua eterna e maravilhosa graça. Amém!
LIÇÃO 13ª- A FORMOSA JERUSALÉM
quinta-feira, 21 de junho de 2012 Seja o primeiro a comentar!
ESTE COMENTÁRIO FOI ESCRITO PELO NOSSO DIRIGENTE DA NOSSA EBD, GILVAN GOMES
Queridos, estamos encerrando o II trimestre de 2012 após
estudarmos preciosos temas e todos escatológicos, que benção! Pois não lembro
de ter estudado lições deste porte ao longo destes 22 anos de EBD.
Foi marcante ver e estar com meus irmãos estudando,
debatendo e ouvindo sobre todos esses temas que trouxeram grande despertamento e
edificação para todos nós.
INTRODUÇÃO
A FORMOSA JERUSALÉM
Viagens sempre geram expectativas em relação ao lugar
escolhido como: idioma falado ou sotaque, infraestrutura, receptividade dos
habitantes, pontos turísticos, etc. Entretanto, em se tratando da Jerusalém
celeste todas estas questões ficarão para
trás, uma vez não iremos apenas visita-la como turistas, e sim como habitantes e
cidadãos. (II Pedro 3.13). Sua estrutura e beleza não tem comparação, uma vez que
o seu arquiteto e construtor é o próprio Deus (Hebreus 11.10).
I – AS DUAS CIDADES DE JERUSALÉM
1 – A Jerusalém
terrestre.
Seu significado
indica lugar de paz habitação segura, nome da cidade sagrada. A bem
conhecida capital de Judá da Judéia, da Palestina e dos judeus espalhados por
todo mundo. Apesar do nome e da localidade sugerir paz e segurança em todos os
séculos de existência Jerusalém foi destruída 2 vezes, sitiadas 23 vezes
atacada, 52 vezes e capturada e recapturada 44 vezes. Ainda assim todo cristão
deseja ir lá.
2 – A Jerusalém celeste
Como posso descrever uma cidade se nunca estive lá? É fácil.
Basta apenas abrir as sagradas escrituras e encontraremos uma descrição
completa desta gloriosa cidade, vejamos:
Porque Jerusalém celeste?
Porque no seu projeto, construção e ornamentação desta cidade, senão o priprio
Deus. Ap. 21. 1,2
Ainda sobre a cidade celeste da qual alimentamos nossa
esperança temos as seguintes descrições:
- Incomparável . I Cor. 2.9
- Morada dos fieis. Jo 14.2
- Comparada a uma mãe. Gl 4.26
- Não é ficção. Ap.
21
- Tem arquiteto. Hb. 11.10
- Tem medidas exatas. Ap. 21.16
- Construída com pedras preciosas. Ap. 21.18-21
- A fonte de luz é o próprio Deus. Ap. 21. 23
Um certo escritor sacro disse sobre a cidade celeste:
“Mas , metade da glória celeste, jamais se contou ao mortal.”
A criação restaurada. (O estado eterno)
No livro do Genesis mostra-nos a criatura frágil, inocente,
vulnerável e cheio de interrogações, comendo do fruto proibido. Gn. 3. 2-7
Porém, nos livros de : Sl. 24. 3-10, Is. 65.17 e Ap. 21 e 22 descrevem com
clareza a história dos remidos e do perfeito estado eterno com Cristo da
seguinte forma:
Patriarcas, profetas e apóstolos, todos estarão vivendo eternamente com o cordeiro, Lc. 13.
28, Ap. 21.12,14 e também remidos de todas as nações Ap. 7.9.
Nosso conhecimento será perfeito pois não haverá lugar para
dúvidas. Rm.11.33 e ICor.13.12 .
A glória da comunhão será perfeita apesar de nunca
termos visto patriarcas, profetas e apóstolos más reconheceremos. Mat. 17.4 ,
Ap. 21.4. O nosso amor hoje circunstancial e imperfeito, dará lugar a
perfeição. I Jo 3.2.
CONCLUSÃO
Disse o apóstolo Paulo na primeira epístola aos coríntios no
capitulo quinze e o versículo dezenove a seguinte expressão; “Se esperarmos em
Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.”
AMÉM!
segunda-feira, 18 de junho de 2012 Seja o primeiro a comentar!
LIÇÕES BÍBLICAS- 3º TRIMESTRE DE 2012
As lições bíblicas do 3º trimestre vêm abordando temas de muita importância no âmbito da confiança em Deus. Tema: Vencendo as aflições da vida - Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor as livra de todas. Com certeza muitos irmãos vêm se identificar com esta lição. Amém!
SUMÁRIO
Lição 1 - No Mundo Tereis Aflições
Lição 2 - A Enfermidade na Vida do Crente
Lição 3 - A Morte para o Verdadeiro Cristão
Lição 4 - Superando os Traumas da Violência Social
Lição 5 - As Aflições da Viuvez
Lição 6 - A Despensa Vazia
Lição 7 - A Divisão Espiritual no Lar
Lição 8 - A Rebeldia dos Filhos
Lição 9 - A Angústia das Dívidas
Lição 10 - A Perda dos Bens Terrenos
Lição 11 - Inveja, um Grave Pecado
Lição 12 - As Dores do Abandono
Lição 13 - A Verdadeira Motivação do Crente
Lição 14 - A Vida Plena nas Aflições
LIÇÃO 12ª- O JUIZO FINAL
sexta-feira, 15 de junho de 2012 Seja o primeiro a comentar!
ESTE COMENTÁRIO FOI ESCRITO PELO NOSSO DIÁCONO ALBERTINO LOPES A 50 ANOS SERVINDO AS ASSEMBLEIA DE DEUS EM PERNAMBUCO, E PARTICIPOU DE MUITOS TRABALHOS DE NOSSA IGREJA COMO ESCOLA DOMINICAL E CAMPANHA EVANGELIZADORA. PREGADOR DA PALAVRA E PESQUISADOR DA MESMA, TEMOS APRENDIDO MUITO COM NOSSO PROFESSOR QUE TEM HISTORIA DE VIDA NO EVANGELHO.
INTRODUÇÃO
O Apocalipse de João provoca muita curiosidade e
interesse no povo, sobretudo nesta virada de milênio. Muitos são como
aquela senhora que disse: "Entender eu não entendo. O meu entendimento é
fraco, mas gosto muito porque me traz conforto e coragem na luta". De
fato, não é necessário entender de música para se deleitar com uma bela
sinfonia. Imagens e visões, mesmo não entendidas, podem comunicar
conforto e coragem. Mas não basta coragem. Sem entendimento, ela pode
desandar como um carro desgovernado.
Outros são mais exigentes. Querem entender. E
alguns dizem que não gostam do Apocalipse porque dá impressão de que
Deus resolve tudo e nada sobra para a gente. Aí, o perigo é de ficar
paralisado.
Muitos acham que, pelo Apocalipse, este mundo
convulsionado por violência, guerras, epidemias, doenças incuráveis e
miséria está chegando ao fim. Outros acham que a besta-fera pode ser o
avanço da ciência e da tecnologia, com suas descobertas que até ontem
pareciam impossíveis, pode ser a destruição da natureza, pode ser o
governo, pode ser o neoliberalismo, etc. Cada um lê o Apocalipse e,
conforme seu entendimento, tira suas conclusões. - Onde procurar o
entendimento certo?
OS JULGAMENTOS
A- JULGAMENTO
DAS OBRAS DOS CRENTES. Que será nos areis isto tem um significado muito
importante neste acontecimento (areis é o mesmo que arem como os reis
no passado tinham o seu arem, como o povo árabe, o próprio Salomão).
Areis significa “transparente e fica entre a terra e a atmosfera” Arem
era um local na casa do rei onde ficavam as virgens e não virgens
bonitas. A igreja se apresenta nos areis como uma virgem na presença do
Rei Jesus e recebera suas vestes de Justiça (Ct 6.10) “ Quem é esta
que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o
sol, formidável como um exército com bandeira” . (Sl 45.8,9,11,13).
Que tempo será este? No arrebatamento da igreja e o Juiz será o Cristo e
aqueles que participarão deste acontecimento, todos que fazem parte do
corpo de Cristo e como base deste julgamento é as obras posteriores a
salvação. Neste julgamento não a pecador e nem pecado.
B- JULGAMENTO DAS NAÇÕES OU
DOS GENTIOS. Será na segunda vinda de Cristo, local Vale de Josafá ou
Vale de Sedrom e o juiz será o próprio Cristo, os que participarão do
julgamento são os gentios vivos na época da volta de Cristo, o resultado
os salvos entram no reino: Os perdidos serão ou são lançados no lago de
fogo. (Mt 25,31-46; Jl 3.2).
C- JULGAMENTO
DE ISRAEL. Será na segunda vinda de Cristo, lugar na terra no deserto
dos povos (Ez 20.35). O Juiz será o Cristo, os participantes serão os
judeus vivos a base será a aceitação do Messias e o resultado os salvos
entrarão no reino: Os perdidos serão lançados no lago de fogo (Ez 20.
33-38).
D- JULGAMENTO
DOS ANJOS CAÍDOS. Depois do milênio, lugar não especificado, o juiz
será Cristo e os crentes. Pela sua desobediência a Deus e seguir a
Satanás em sua revolta e serão lançados no lago de fogo (Jd 6; 1Co 6.3)
E- JULGAMENTO
FINAL DOS MORTOS NÃO REDIMIDOS. Será depois do milênio, será diante do
trono branco, juiz Cristo e os participantes são os não salvos desde o
principio da humanidade (Ap 11.15).
A segunda morte não
quer dizer que a pessoa morta não existe mais, como algumas seitas
ensinam isto é evidente porque a besta é o falso profeta se acham ainda
na segunda morte depois de mil anos (Ap 20.10; 19.20). É claro que dois
grupos da primeira ressurreição. Primeiro os crentes do arrebatamento e
depois os da grande tribulação que são os justos que não negaram a
Cristo e os patriarcas (Dn 12.2; Lu 14.14; Ap 6.9-11; 20.5).
O MILÊNIO NÃO É UM ESTADO FINAL
No fim do milênio a
terra estará cheia de uma população que por muito tempo gozará da luz da
verdade, este povo terá que ser provado. Satanás o grande cirandeiro
(Luc. 22.31) será solto do abismo para ciranda com os homens da terra,
separará para o grande juízo em citara em espirito de descontentamento e
rebelião das nações. Simbolizado pelo termo “GOGUE” (Ez 38.22). Descerá
fogo do céu sobre estas nações.
Satanás depois de
Solto continuará sua atividade e não perde o seu caráter de enganador e
mentiroso. Gogue e Magogue são os príncipes enganadores e que servem
como generais do exército das trevas, Gogue será um dos filhos de Jefter
(Gn 10.2) são mencionados em (Ez 38.7-18; 39.1-15). Gogue e Magogue
nomes que representam os últimos adversários dirigidos por Satanás em
pessoa. Os santos estão ao redor da cidade amada onde esperam o ataque
dos seus inimigos muito numerosos eles não venceram, mas Deus os
destruirá.
Mesmo durante o
milênio há uma separação entre o céu e a terra, entre a humanidade
transfigurada e a humanidade na carne. No julgamento desta apostasia o
mundo será destruído ( o novo céu e nova terra) e será restaurada a
história (Ap 20.11).
O TRONO BRANCO
João viu um grande
trono branco semelhante ao do inicio do apocalipse. O Grande juízos que
precederam o milênio (Ap 4.2-6). No primeiro trono foi posto no céu Já o
segundo não sabemos, no primeiro um arco-íris indicando que Deus
permaneceria fiel no comprimento de suas promessas e das alianças, o
segundo esta nu isto é não ofereci esperança nem tenha aliança para
cumprir, do primeiro procediam a relâmpagos, trovões e vozes indicando
juízos sobre a terra, do segundo está escrito que era grande e branco
que nos fala de poder ilimitado e justiça pura e completa, no primeiro
será o Filho do homem vindo em glória (Mt 25.31; Cl 3.4; 2Ts 1.10), o
segundo será depois do milênio, e no primeiro não haverá ressureição, no
segundo haverá ressureição, no primeiro as nações serão julgadas, no
segundo serão os mortos.
O juízo
final (Ap 20.11-15) esta passagem mais pessoais da Bíblia devemos lê-la
muitas vezes isso nos ajudará a ficar prontos para responder a chamada a
fuga da terra. Da presença do que estava sentado no grande trono branco
pode ter sido pelo fogo (2Pe 3.10-12). Os que já haviam julgado têm
agora confirmados a sentença diante do universo reunido.
O julgamento é completo, todas pessoas de todas as eras e climas estarão ai todas
as obras e motivos serão recordados e o dia de que falou Paulo em (Rm
2;16) Em que Deus julgará os segredos dos homens só pensar nisso deve
levarmos a reflexões sérias haverá somente duas classes; os salvos e os
perdidos os livros tem o registro das obras dos homens no livro da vida
estão enrolados e salvos. Há muitas pessoas de caráter tão dubio que não
saberíamos onde arrolá-la, Deus porém o sabe. A segunda morte e a
humanidade inteira e aqui chamada lago de fogo a mesma coisa de que falou jesus nos evangelhos o lugar onde o fogo não se apaga fogo eterno preparado para o diabo e seus anjos temei aquele que depois de matar pode lançar no inferno que é capaz de destruir no inferno tanto o corpo como alma sim digo-vos a esse temei.
CONCLUSÃO
O maior perigo no
estudo de Apocalipse é ficar-se desencaminhado por assuntos de menor
importância. Esta é uma revelação de Jesus Cristo (1:1): Ele é tanto o
revelador da mensagem como o centro dela. Muitos, em suas explicações de
Apocalipse, chamam a atenção para o diabo e fazem dele o personagem
principal. Mas o papel do diabo nessa profecia serve para ressaltar a
glória e a grandeza do Cordeiro, pois este derrota Satanás. Outros olham
mais para a terra, mas João viu estas cenas no céu. Ele estava vendo a
perspectiva espiritual, simbólica, celestial. O estudo de Apocalipse não
nos deve direcionar para o jornal diário, mas para o trono de Deus.
Muitos usam as visões para incentivar a especulação sobre o fim dos
tempos, e assim desviam a atenção das pessoas da soberania do Senhor
para a engenhosidade do especulador. Se entendemos corretamente esse
livro maravilhoso, vemos Cristo. Que Deus vos abençoe.
AMÉM!
Lição 11ª - O Evangelho do Reino no Império do Mal
quinta-feira, 7 de junho de 2012 Seja o primeiro a comentar!
Sinto-me muito alegre em poder escrever
um comentário no blog que ajudei a criar. E maravilhoso ver o quanto ele
cresceu (já estamos perto de passar das dez mil visualizações), glória ao nome
do Senhor. Espero que esse comentário some-se aos outros, feitos por pessoas de
extrema capacidade e até especialistas na matéria como o nosso irmão Flávio, e
possoa abençoar em nome de Cristo quem o ler.
Escrito por Ezequiel Carvalho, professor da classe dos jovens.
O Evangelho do
Reino no Império do Mal
Até hoje o Apocalipse é um livro que
desperta controversas intransponíveis entre os sinceros cristãos. É
verdadeiramente impressionante o fato de termos chegado ao terceiro milênio e
mais de duas dezenas de séculos e mesmo assim não termos uma posição
interpretativa única, ao menos próxima, daquilo que está escrito, fazendo com
que até teólogos de renome tenham se esquivado de tecer qualquer tipo de
comentário mais aprofundado sobre o assunto.
O posicionamento da revista, que também
o é da nossa igreja é aquele que mescla dispencionalismo (a história da
humanidade em dispensações distintas, história da Igreja e de Israel, como algo
diferente) com a visão futurista (os fatos descritos representam aquilo que
deve ocorrer certamente no futuro), com pré-tribulacionismo (crença de que Deus
irá buscar a sua Igreja antes da Tribulação, conforme entendimento da profecia
de Daniel, e dos 7 anos de Tribulação) e
ainda como o pré-milenismo (depois do Arrebatamento e da Tribulação,
Cristo voltará e reinará no mundo por mil anos).
Essa disposição de ideias escatológicas
não é nem de longe majoritária, como seus adeptos julgam ser, mas é a que
também me pareceu mais crível, depois da formação bíblica que tive, embora a
teologia reformada caminhe em direção bem contrária.
Pois bem, é cima disso que recai o
comentário da nossa revista: “Apesar de
sua truculência e soberba, o Anticristo não conseguirá emudecer a voz do
Evangelho nem calar a voz dos mártires. Durante a Grande Tribulação, Deus
levantará muitas vozes eloquentes e poderosas que não temerão proclamar-lhe a
Palavra”.
Como isso poderá ser possível? Por dois
modos: Pela existência eterna da Palavra de Deus escrita (a Bíblia) e pelas “duas
testemunhas”, como veremos a seguir.
A EXISTÊNCIA ETERNA DAS SAGRADAS ESCRITURAS
No princípio era o
Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
(João 1.1).
(João 1.1).
E estava vestido de uma
veste salpicada de sangue; e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus (Apocalipse
19.13).
Porque em verdade vos
digo que, até que o céu e a terra passem nem um jota ou um til se omitirá da
lei, sem que tudo seja cumprido (Mateus 5.18).
Sendo de novo gerados,
não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela palavra de Deus, viva, e
que permanece para sempre (I Pedro 1.23).
Temos nas Sagradas Escrituras testemunho
límpido e inequívoco de que a palavra de Deus é tão eterna quanto Ele próprio,
sendo responsável pela criação do mundo e existindo eternamente.
Tenho me posicionado fortemente
contrário à ideologia que afirma que em determinados momentos no passado (“400
anos de silêncio”, período intertestamentário) ou no futuro, Deus se negará a
falar com homem. Isso é totalmente falso e constitui-se uma aberração bíblica
de quem repete as coisas sem uma visão crítica, os “papagaios teológicos” que
lotam nossas igrejas.
A Bíblia sempre existirá. Não passa, não
é revogada, nem entra em desuso. Deus está sempre pronto a conversar com o ser
humano. Aquele
que nem mesmo o seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como
nos não dará também com ele todas as coisas? (Romanos 8.32). Deus tem preocupação com seus filhos. Foi
Ele que
nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto (Salmos 100.3). Ele sabe que sem sua
palavra estaríamos todos inapelavelmente perdidos, pois a fé vem pelo ouvir, e o ouvir a palavra
de Deus (Romanos 10.17).
O pastor Claudionor de Andrade propõe
debate interessante cotejando essa visão que temos em comum, com a passagem que
afirma que o Espírito Santo será retirado para a manifestação do Anticristo (II
Tessalonicenses 2.7).
Acredito que está claro que o texto não fala da inspiração bíblica sendo retirada no momento da Tribulação, mas apenas que Deus deixará de atuar no sentido de impedir que o Adversário impere realmente no mundo. Na manifestação daquele que operará segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, (II Tessalonicenses 2:9).
Para que ele opere é necessária à
permissão de Deus e é nesse sentido que a Bíblia fala que o Espírito será
retirado. Não que Ele realmente saia, mas que deixará de impedir a operação do Iníquo,
por tempo determinado, abreviado para o não extermínio da humanidade.
Então não existe ao certo nenhuma
contradição. Deus vela por sua palavra para a cumpri-la. Se em algum momento
Deus deixasse de falar ao homem, ou sua palavra fosse invalidada, toda a
humanidade estaria perdida.
AS
DUAS TESTEMUNHAS
As duas testemunhas são a prova que o
ministério profético existirá ainda quando houver a Tribulação. É bastante
ingênua, até mesmo pueril, a pergunta: quem serão essas duas testemunhas, ou
quem serão 144.000, assim como perguntar qual era o fruto que Adão comeu. Isso
não é tão importante como entendermos o significado do texto
As duas testemunhas falam de todos os
crentes que não tem medo de enfrentar o Império do Mal para obedecer a Bíblia.
Essas testemunhas não sabemos que são, mas sabemos que muitos já deram
testemunhas do Evangelho e ainda dão com o risco da própria vida.
O fim deste mundo está proximo. O juízo
de Deus já foi lançado na cruz do Calvário. Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o
príncipe deste mundo (João 12.31). E a condenação é esta:
Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque
as suas obras eram más (João 3.19). Assim como fizeram antes, vão festejar a
morte das testemunhas, visto que odeiam a luz, pois suas obras são trevas e não
desejam que isso seja manifestado na luz.
Mas a igreja de Cristo é triunfante. Ela
se posicionou ao lado daquele que tem poder para derrotar o Iníquo apenas com o
sopro de sua boca, pela palavra viva. A Igreja tem uma tarefa muito árdua, qual
seja, proclamar o Evangelho num mundo hostil, a Igreja é mandada aos lobos,
numa sociedade que tecnologicamente e moralmente está muito próxima de ceder ao
Anticristo, mas sabemos que pertencemos não a esse mundo, mas ao Reino de Deus,
por isso temos total ousadia para sermos testemunhas de Cristo.
Nem mesmo a morte, o diabo, poderá derrotar aqueles que estão com Cristo. Aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, à sombra do Onipotente descansará.
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